Ela disse “Adeus”.
“Adeus”, logo na primeira conversa. Vai entender o que eu não entendo…Vai, volta. Oi, tchau. Fica, vai. Volta.
T: Teu perfume é bom.
A: Eu também acho, mas não escolhi. Foi minha mãe que me deu.
T: Esse é o melhor perfume que existe!
A: Ao menos, ela acertou.
T: Não sai de mim…
A: Bom, pelo menos o perfume…
T: Você também não…
A: Não sei. Você sabe como eu sou, avisei desde o começo.
T: Mas tu começou dizendo “Adeus”.
A: Sim, e você não entendeu.
T: Então, porque me chama?
A: Já te falei: sou assim!
T: E eu? Como eu fico?
A: Você não é obrigado a nada…
A: Vou embora.
T: Não. Fica mais um pouco.
A: Pra quê?
T: Eu quero! Eu quero!
A: Mas amanhã não vai querer.
T: Amanhã não importa.
A: E se importar?
T: Adeus.
A: Adeus.
sábado, 13 de março de 2010
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